Category: HIPNOSE

INSCREVA-SE AGORA! MEU OBJETIVO MAIOR

Eu fiz uma entrevista com 146 alunos recentemente, perguntando sobre ter um OBJETIVO MAIOR e dá para acreditar que 144 responderam que Nãoooo possuíam um! Juro que fiquei sem rumo ao ler tais respostas.

Meu Deus! Não ter um objetivo maior na vida é ir vivendo de objetivo em objetivo (menores, é claro) ou simplesmente permitir que a vida nos guie e depois no decorrer da vida chamarmos isso de destino! Nada bom para as pessoas que realmente desejam atingir um resultado extraordinário!

Enfim, esta e outras entrevistas é que me fazem estar aqui hoje para informar que no dia 04 de Setembro vou iniciar um programa online para ajudar-vos a compreender a importância de se ter um OBJETIVO MAIOR e ensinarei passo a passo como construir um objetivo maior, realmente sólido, capaz de se tornar na sua estrela guia!

O evento começa no dia 04 de Setembro as 20:30h (horário de Lisboa) e, você terá acesso a:

* MAIS DE 5 HORAS DE CONTEÚDO AO VIVO (dividido em 4 módulos. Nos dias 04,11,18 e 25 de Setembro)

* 4 PODSCASTS EXCLUSIVOS, PARA OUVIR SEMPRE QUE QUISER

* E-BOOK MANUAL DO COMPROMISSO BLINDADO (BÓNUS)

Vamos abrir poucas vagas, quero saber se tem interesse de estar comigo.

Se tiver interesse, responda a este email e já preencha a ficha de avaliação para participar da seleção.

O investimento para este seminário é:

1º LOTE ATE DIA 28/08: 100,00€
2º LOTE ATÉ DIA 02/09: 120,00€
3º LOTE ATE DIA 04/09: 150,00€

Lembre-se que são poucas vagas, então se for mesmo participar, faça-o já!

 

 
















Será um prazer ter você no meu grupo VIP no Telegram, clique AQUI para participar!

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DUQUESA DE SUSSEX QUER RECORRER À HIPNOSE PARA UM PARTO MAIS NATURAL

Ainda faltam alguns meses para o bebé de Meghan Markle e de príncipe Harry nascer. Contudo, a duquesa de Sussex parece já ter tudo pensado ao pormenor.

A ex-atriz revelou que, tal como a cunhada Kate Middleton, vai recorrer à hipnose de forma a ter um parto o mais natural possível.

A mulher do príncipe dispensa anestesia e qualquer outro tipo de substância para facilitar o processo. O único método que quer utilizar é conhecido como hypnobirthing (nascimento hipnótico), que permite que as mães consigam controlar os seus corpos, assim como a dor que sentem ao dar a luz.

Já conhecida por ser adepta de um estilo de vida saudável, Meghan está decidida a seguir este procedimento, que tem como objetivo controlar a dor das contrações, com técnicas específicas de respiração e concentração.

Segundo a imprensa internacional, a duquesa de Sussex tem ainda frequentado aulas de ioga em Londres.

Recorde-se que Meghan e Harry casaram em maio deste ano e que este é o primeiro filho do casal, que deverá nascer em abril.

Fonte – Novagente.

 

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10 coisas “espirituais” que as pessoas fazem e são uma total besteira

Ninguém nunca me disse que a espiritualidade poderia ser uma armadilha de autossabotagem do ego.

Eu passei três anos lendo sobre ensinamentos espirituais e os incorporando em minha vida, antes de aprender que a espiritualidade tem um lado sombrio.

Naturalmente, fiquei surpreso. Eu me senti meio traído.

Como algo que parece ser tão puro pode ser prejudicial?

A resposta tem a ver com algo que os psicólogos chamam de escape espiritual.

No começo da década de 1980, o psicólogo John Welwood cunhou o termo “escape espiritual” para se referir ao uso de práticas espirituais e crenças para evitar o confronto com sentimentos desconfortáveis, feridas não resolvidas e necessidades emocionais e psicológicas fundamentais.

De acordo com o psicoterapeuta Robert Augustus Master, o escape espiritual faz nós nos retirarmos de nós mesmos e de outros, a nos esconder atrás de um tipo de máscara espiritual de crenças e práticas metafísicas.

Ele diz: “Não apenas nos distancia da nossa dor e nossos problemas pessoais, mas também da nossa própria espiritualidade autêntica, nos prendendo em um limbo metafísico, uma zona de gentileza exagerada, bondade e superficialidade”.

Percepções dolorosas: meu próprio escape espiritual

Autossabotagem espiritual

No livro inovador de Robert Augustus Masters, “Spiritual Bypassing: When Spirituality Disconnects Us From What Really Matters”, ele escreve:

Os aspectos do escape espiritual incluem desapego exagerado, anestesia emocional e repressão, excesso de ênfase no positivo, raivafobia, cegueira ou compaixão tolerante demais, limites fracos ou muito pobres, desenvolvimento desequilibrado (a inteligência cognitiva geralmente está bem à frente da inteligência emocional e moral), julgamento prejudicado sobre a negatividade ou o lado sombrio de alguém, desvalorização do pessoal em relação ao espiritual e a ilusão de ter alcançado um nível mais alto de ser.”

Eu encontrei o conceito de escape espiritual pela primeira vez no trabalho de Masters. Embora eu estivesse relutante em admitir, eu imediatamente soube que, em algum nível, este conceito se aplicava a mim.

Conforme continuei refletindo sobre o escape espiritual, eu percebi cada vez mais aspectos inconscientes da espiritualidade, e percebi que eu estava, sem saber, colocando em prática vários deles em determinados momentos.

Embora dolorosas, essas foram algumas das percepções mais importantes que eu já tive.

Elas me ajudaram a parar de usar uma forma distorcida de “espiritualidade” como um levantador de ego e a começar e ter mais responsabilidade para direcionar minhas necessidades psicológicas e os problemas que surgem na minha vida.

Coisas “espirituais’ que as pessoas fazem e sabotam seu crescimento

A melhor maneira de entender o escape espiritual é através de exemplos, então agora é hora de um pouco de “amor bruto”.

Eu irei descrever em detalhes dez tendências inconscientes específicas de pessoas espirituais.

Cuidado: algumas delas podem parecer muito familiares.

Lembre-se: Você não precisa ter vergonha de admitir que alguns itens desta lista se aplicam a você. Eu suspeito que alguns deles se aplicam a todos que já tiveram interesse em espiritualidade.

A maioria deles se aplicava a mim em determinado momento e, em alguns deles, eu ainda estou progredindo.

O objetivo aqui não é julgar, mas aumentar a autoconsciência para progredir em direção a uma espiritualidade mais honesta, capacitada e útil.

Vamos lá.

1. Participar de atividades “espirituais” para se sentir superior a outras pessoas.

Autossabotagem espiritual

Provavelmente este é o aspecto inconsciente mais universal da espiritualidade, que assume várias formas.

Algumas pessoas se sentem superiores porque leem Alan Watts. Ou vão para o trabalho de bicicleta. Ou abstêm-se de assistir TV. Ou consomem uma dieta vegetariana. Ou usam cristais. Ou visitam templos. Ou praticam yoga ou meditação. Ou usam drogas psicodélicas.

Perceba que eu não estou dizendo nada sobre o valor de participar destas atividades. Eu adoro Alan Watts e acho que a meditação é bastante benéfica.

O que estou dizendo é que é perigosamente fácil permitir que suas ideias e práticas espirituais se tornem uma armadilha do ego – acreditar que você é tão melhor e mais iluminado do que todo aquele “povo-gado”, porque você está fazendo todas essas coisas radicais.

Em última análise, esse tipo de atitude em direção à “espiritualidade” não é melhor que acreditar que você é melhor que todo mundo porque você é um Democrata ou um fã dos Lakers.

Essa disfunção, na verdade, inibe a espiritualidade genuína, fazendo nos focar em ser melhor que outras pessoas, ao invés de cultivar um senso de conexão com o cosmos, sentindo uma maravilha poética com a sublime grandeza da existência.

2. Usar “espiritualidade” como justificativa para o fracasso ao assumir a responsabilidade dos seus atos.

Autossabotagem espiritual

A essência deste ponto é que é muito fácil distorcer certos mantras ou ideias espirituais em justificativas para ser irresponsável e não confiável.

“É o que é.” ou “O universo já é perfeito.” ou “Tudo acontece por uma razão.” Tudo pode funcionar como excelentes justificativas para não fazer nada e nunca realmente examinar o comportamento de alguém.

Não estou comentando se as afirmações acima são verdadeiras ou não.

Só estou dizendo que, se você se atrasa constantemente para compromissos, se frequentemente negligencia seus relacionamentos pessoais, se seus colegas de quarto não podem contar com você para pagar o aluguel, talvez você deva parar de dizer a si mesmo: “Tudo bem, cara, a realidade é uma ilusão mesmo”. E começar a se tornar alguém com quem outras pessoas possam contar.

Em uma via similar, é surpreendentemente fácil enganar a si mesmo ao pensar que toda vez que alguém tem um problema com o seu comportamento, é porque essa pessoa “não honra a minha verdade” ou “precisa crescer espiritualmente”.

É muito mais difícil de reconhecer os momentos nos quais agimos brutalmente, egoisticamente ou irrefletidamente e causamos sofrimento a outra pessoa.

É muito mais difícil admitir que estamos muito longe da perfeição e que o crescimento e o aprendizado são processos que nunca acabam.

3. Adotar novos hobbies, interesses e crenças simplesmente porque são a última mania “espiritual”.

Autossabotagem espiritual

Seres humanos querem se encaixar em algum lugar. Nós temos profunda necessidade de sentir que fazemos parte de algo.

E formamos grupos de todos os tipos para satisfazer esta necessidade. Espiritualidade é uma área de interesse onde as pessoas formam todos os tipos de grupos.

Potencialmente, isso é ótimo, mas também tem um aspecto inconsciente.

Para muitas pessoas, “espiritualidade” é um pouco mais do que uma coisa hippie que muitas pessoas parecem se importar.

Essas pessoas têm a ideia de que querem entrar nesse movimento espiritual, então começam a praticar yoga, usar artigos da Nova Era, ir a festivais de música, beber ayahuasca, etc, e dizem para si mesmos que essas coisas os fazem “espirituais”.

Esses “encenadores espirituais” atenuam a importância do aprofundamento espiritual genuíno, da contemplação, da experiência e da percepção.

Eles também, na minha experiência, tendem a ser pessoas “espirituais” que usam a “espiritualidade” como motivo para se sentirem superiores aos outros.

4. Julgar outras pessoas por expressar raiva ou outras emoções fortes, mesmo quando necessário.

Autossabotagem espiritual

Este foi um dos primeiros padrões que eu percebi em mim após ser apresentado ao escape espiritual.

Eu percebi que quando pessoas ficavam chateadas ou bravas comigo, minha reação era dizer coisas como: “Ficar nervoso não resolve nada” ou “Eu acho que poderíamos ter menos problemas se pudermos permanecer calmos”.

Internamente, eu silenciosamente julgaria a outra pessoa, pensando: “Se ela fosse mais iluminada, poderíamos evitar esse drama”.

Em muitas situações, essa era a minha maneira de evitar problemas profundos que precisavam ser direcionados.

Quando você se interessa pela espiritualidade, uma das primeiras citações que você encontra provavelmente é: “guardar a raiva é como segurar um carvão em brasa com a intenção de atirá-lo em alguém; é você que acaba se queimando.”

Esta citação é comumente atribuída de forma errônea à Buda, embora na verdade seja uma interpretação de uma declaração feita por Budagosa no século V.

O ponto sutil desta citação é que nós não devemos guardar a raiva; nós devemos senti-la, expressá-la se necessário, e então deixá-la para trás.

Porém, é muito comum para um leigo assumir que isso significa que raiva, em qualquer forma, é um sinal de que a pessoa não é sábia nem espiritual. Isso não é verdade.

A raiva é uma emoção humana natural e uma reação perfeitamente justificada em várias situações. Com frequência, a raiva é um indicador de que há sérios problemas que precisam ser ponderados por alguém ou seus relacionamentos.

Ironicamente, muitas pessoas espirituais reprimem todas as emoções “não-espirituais” e artificialmente elevam emoções/traços “espirituais” como compaixão, bondade e equanimidade. Isso leva à falsidade.

A pessoa tem dificuldades de constantemente se apresentar como calma, gentil, legal e em um estado de paz perpétua, e acaba parecendo como uma fraude.

5. Usar “espiritualidade” como justificativa para uso excessivo de drogas.

Autossabotagem espiritual

Muitas pessoas, inclusive eu, acreditam que drogas psicodélicas podem causar experiências místicas e elevar a espiritualidade.

Até aí tudo bem, mas algumas pessoas levam essa percepção longe demais, usando-a como uma forma de racionalizar padrões autodestrutivos de uso de drogas e para cegar a si mesmas para o lado sombrio de várias substâncias.

Nos casos mais extremos, pessoas “espirituais” acabam “realizando cerimônias de cannabis” durante todo o seu período acordado; usando drogas psicodélicas com muita frequência ou em contextos inapropriados; e negando completamente que estas substâncias têm qualquer efeito negativo.

Agora, a HighExistence tende a ser pró-psicodélicos, mas deixe-me ser direto com você: drogas psicodélicas, incluindo cannabis, definitivamente possuem um lado sombrio.

Se você é irresponsável ou simplesmente sem sorte, drogas psicodélicas mais fortes como LSD ou cogumelos de psilocibina podem ocasionar experiências traumáticas com ramificações negativas de longo prazo.

E cannabis, uma droga psicodélica leve, é uma formadora de hábitos de uso de drogas sedutora, que sutilmente deixará sua mente nebulosa e corroerá sua motivação, caso consuma muito ou com muita frequência.

Respeite as substâncias e use-as com sabedoria.

6. Enfatizar demais a “positividade” para evitar olhar para os problemas em suas vidas e no mundo.

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“Apenas seja positivo!” é frequentemente empregado como um mecanismo de desvio pelas pessoas “espirituais”, que preferem não fazer o trabalho difícil de confrontar seus problemas internos, feridas e bagagem, sem falar dos problemas do mundo.

O movimento de “positividade” explodiu na cultura ocidental nos últimos anos.

A Internet está transbordando de memes e artigos aparentemente infinitos, repetindo as mesmas mensagens vazias: “Pense coisas positivas!” “Apenas seja positivo!” “Não se concentre no negativo!”

Embora certamente haja valor em cultivar a gratidão pelas várias maravilhas da experiência humana, esse movimento parece negligenciar algo crítico: os aspectos mais obscuros da vida não desaparecem simplesmente porque são ignorados.

Na verdade, muitos problemas em nossas vidas particulares e na escala global parecem apenas piorar ou ficar ainda mais complexos quando são ignorados.

Da mesma forma que pareceria absurdo dizer a um viciado em heroína a frase “apenas pense positivo!” como uma solução para o seu problema, é absurdo acreditar que pensamento positivo oferece algum tipo de solução para grandes problemas globais como mudança climática, pobreza, agricultura industrial e riscos existenciais.

Isso não quer dizer que devemos carregar os problemas do mundo em nossos ombros e nos sentir mal sobre eles o tempo todo. É saudável reconhecer e se sentir otimista sobre o fato de que de várias maneiras importantes, o mundo está melhorando.

Porém, precisamos equilibrar esse otimismo com a disposição de confrontar problemas reais em nossas vidas particulares, nossas comunidades, nosso mundo.

7. Reprimir emoções desagradáveis que não se encaixam na narrativa “espiritual”.

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“Sem chance, é impossível que eu fique deprimido, ou solitário, ou com medo, ou ansioso. Eu amo a vida demais e sou muito [Zen / sábio / iluminado] para permitir que isso aconteça.”

Leia:  Entenda porque apenas amar alguém não é suficiente para que dê certo

Eu me deparei com esse problema quando me mudei para a Coreia do Sul para ser um professor de inglês durante um ano.

Eu pensei que tinha cultivado uma tranquilidade imperturbável, uma capacidade de Lao Tzu para apenas “seguir o fluxo” e flutuar, como uma boia, em cima das idas e vindas das ondas do destino.

Então eu vivenciei choque cultural, solidão arrebatadora e uma aguda saudade de casa, e tive que admitir para mim mesmo que, no final das contas, eu não era um tipo de Mestre Zen.

Ou ainda, eu tive que perceber que a capacidade de “seguir o fluxo” e aceitar que o que está acontecendo é eternamente valiosa, mas que às vezes isso significará aceitar que você se sente como uma pilha de merda.

É fácil iludir-se e acreditar que a espiritualidade irá fazê-lo se sentir nas nuvens, mas na prática, não é assim que funciona.

A vida ainda é cheia de sofrimentos e, para realmente crescer e aprender com nossas experiências, precisamos ser honestos com nós mesmos sobre o que estamos sentindo e deixar que isso aconteça totalmente.

No meu caso, meu desejo de ser sempre “Zen”, de “seguir o fluxo” e de projetar uma imagem de paz interior para mim e para outros me impediu de ver a verdade sobre várias situações/experiências e de assumir a responsabilidade para lidar com elas.

8. Sentir profunda aversão e auto-aversão quando confrontado com seu lado sombrio.

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Eu percebi isso em mim muito rápido, após aprender sobre escape espiritual.

Eu vi que minha imagem narcisista de mim mesmo como uma pessoa sábia, que alcançou realizações “mais altas”, estava causando uma quantidade ridícula de dissonância cognitiva.

Eu me julguei com sabedoria e senti uma colossal e esmagadora culpa por decisõesmenos do que virtuosas.

Quando você se interessa pela espiritualidade, é fácil idolatrar pessoas como Buda ou Dalai Lama e acreditar que essas pessoas são seres humanos perfeitos que sempre agem com total consciência e compaixão. Na verdade, isso certamente não é o caso.

Mesmo que seja verdade que alguns humanos atingem um nível de percepção em que fazem a “ação correta” em todas as circunstâncias, precisamos reconhecer que tal coisa é reservada para poucos.

Pessoalmente, eu suspeito que isso não existe.

Na verdade, todos somos humanos falhos e todos vamos cometer erros. O jogo está contra nós.

É praticamente impossível viver até mesmo algumas semanas de vida humana adulta sem cometer alguns erros, muito menos os menores. Ao longo dos anos, haverá grandes erros. Acontece com todos nós, e não tem problema. Perdoe-se.

Tudo o que você pode fazer é aprender com seus erros e se esforçar para fazer melhor no futuro.

Paradoxalmente, a lição aparentemente espiritual de auto-perdão pode ser especialmente difícil de internalizar para pessoas interessadas em espiritualidade.

Os ensinamentos espirituais podem deixar uma pessoa com ideais estratosfericamente altos, que resultam em uma culpa imensa e uma aversão a si mesmo quando não é capaz de corresponder a eles.

Esta é uma das principais razões pelas quais é tão comum que as pessoas espirituais desviem a responsabilidade – porque ser honesto sobre suas falhas seria muito doloroso.

Ironicamente, devemos ser honestos com nós mesmos com relação aos nossos erros, a fim de aprender com eles, crescer e nos tornamos versões mais autoconscientes e compassivas de nós mesmos.

Lembre-se: Você é somente um ser humano. Tudo bem cometer erros. Sério, está tudo bem.

Mas admita para si mesmo quando cometer um erro e aprenda com ele.

9. Encontrar-se em situações ruins devido à excessiva tolerância e uma recusa a distinguir pessoas.

Autossabotagem espiritual

Este sou eu, 100%. Durante muito tempo, levei muito a sério a ideia de que todo ser humano merece compaixão e bondade.

Eu não discordo dessa ideia hoje em dia, mas percebi que existem inúmeras situações em que outras considerações devem temporariamente anular meu desejo de tratar todos os outros seres humanos com compaixão.

Em vários países, eu me encontrei em situações de risco de morte porque confiava demais nas pessoas, eu não sabia ou era gentil com pessoas que eu deveria ter reconhecido suas características obscuras.

Por sorte, eu nunca me machuquei nessas situações, mas eu já fui roubado e enganado várias vezes.

Em todos os casos, eu queria acreditar que as pessoas com quem eu estava interagindo eram “boas” pessoas de coração e me tratariam bem se eu assim o fizesse.

Essa linha de pensamento era terrivelmente ingênua, e eu ainda estou tentando me recondicionar para entender que em certos contextos, ser bonzinho não é a resposta.

O fato triste é que, embora você possa estar isolado disso, a luta pela sobrevivência ainda é muito real para um grande número de pessoas neste planeta.

Muitas pessoas cresceram na pobreza, cercadas por crime, e aprenderam que a única maneira de sobreviver é se aproveitando da fraqueza.

A maioria das pessoas em todo o mundo parece não ter essa mentalidade, mas se você se encontra em uma cidade ou país em que a pobreza é bastante presente, você deve tomar certas precauções, coisas básicas, como:

  1. Não ande em nenhum lugar sozinho após escurecer;
  2. Tente ficar longe de áreas abandonadas;
  3. Não pare para interagir com pessoas que tentam vender coisas para você;
  4. Faça distinções entre pessoas; deixe-se saber que não há problema em confiar no mecanismo de correspondência de padrões altamente evoluído do seu cérebro, quando ele diz que alguém parece drogado, perturbado, desesperado ou perigoso.

10. Querer tanto que várias práticas “espirituais” estejam corretas ao ponto de ignorar completamente a ciência.

Autossabotagem espiritual

Há uma linha bastante anti-científica em uma grande parte da comunidade espiritual, e eu acho isso uma vergonha.

Me parece que muitas pessoas espirituais se tornam hostis em relação à ciência, porque certas crenças e práticas que consideram valiosas são consideradas não comprovadas ou pseudocientíficas dentro da comunidade científica.

Se uma crença ou prática não é comprovada ou considerada pseudocientífica, isso significa apenas que ainda não conseguimos confirmar sua validade através de experimentos repetitivos em um laboratório.

Não significa que não é verdade ou que não é valioso.

O método científico é uma das melhores ferramentas que temos para entender a mecânica do universo observável; nos permitiu descobrir a verdade profunda da evolução biológica, observar os confins do espaço, prolongar a nossa vida por décadas e caminhar na lua, entre outras coisas.

Descartá-lo totalmente é perder uma das nossas lentes mais poderosas para entender a realidade.

Como Carl Sagan memoravelmente colocou:

A ciência não é apenas compatível com a espiritualidade; é uma fonte profunda de espiritualidade. Quando reconhecemos nosso lugar em uma imensidade de anos-luz e na passagem dos tempos, quando percebemos a complexidade, a beleza e a sutileza da vida, então esse sentimento crescente, essa sensação de exaltação e humildade combinada, é certamente espiritual.”

“Assim como nossas emoções na presença de uma grande arte, música ou literatura, ou de atos exemplares de coragem altruísta, como os de Mohandas Gandhi ou Martin Luther King Jr.”

“A noção de que a ciência e a espiritualidade são, de algum modo, mutuamente exclusivas, é um desserviço para ambas.”

Bônus: Deixar de lado o sucesso material por causa da crença de que dinheiro e capitalismo são malvados.

Autossabotagem espiritual

Muitas pessoas “espirituais” sabotam suas próprias capacidades de serem bem-sucedidas materialmente. Isso porque elas parecem ser alérgicas à riqueza, associando dinheiro com ganância, impureza e malevolência generalizada.

O capitalismo é visto como uma engrenagem de desigualdade e corrupção que deve ser desmantelada.

Eu costumava ter uma versão desta visão, então eu percebi o quanto ela é sedutora.

Se você é atraído pela espiritualidade, é natural desprezar o “materialismo”. Porém, na verdade, esta narrativa é muito simplista. A verdade sobre o capitalismo é complexa.

Sim, o capitalismo tem algumas desvantagens muito reais, mas, em muitos aspectos, o capitalismo tem sido uma força tremenda para o bem, estimulando a inovação maciça e tirando bilhões de pessoas da pobreza globalmente.

Em 1820, 94% das pessoas na Terra viviam na extrema pobreza. Em 2015, este número caiu para meros 9,6%, muito graças ao crescimento econômico catalisado pelo capitalismo.

Além disso, deixe-me ser direto com você novamente: não há nada de errado ao querer ganhar dinheiro. O dinheiro é uma ferramenta incrível.

Bilionários como Elon Musk e Bill Gates, que estão usando suas riquezas para ajudar o mundo de importantes maneiras, provam que o dinheiro pode ser usado para o bem ou para o mal.

Considere também os 139 bilionários e centenas de milionários que se comprometeram a doar um total de 732 bilhões de dólares para causas de caridade em suas vidas.

Na verdade, precisamos de pessoas mais compassivas para obter riqueza substancial, para que possam usá-la de forma eficaz e altruísta para melhorar o mundo.

Para esclarecer, eu sou a favor de regular/aperfeiçoar o capitalismo para fazê-lo funcionar para todos do planeta.

Por exemplo, eu acho que precisam haver regulações para proteger o meio ambiente, para prevenir abusos como grupos de interesse e captura regulatória.

Principalmente, sou a favor de um sistema econômico que incentive a inovação e o empreendedorismo, ao mesmo tempo que seja sustentável e atenda às necessidades básicas de todos.

Não tenho a certeza da melhor maneira de atingir esses objetivos elevados, mas nossas formas atuais de capitalismo estão fazendo um trabalho melhor do que muitas pessoas parecem pensar, dada a imensidão do desafio.

Eu sou totalmente a favor de um trabalho metódico e baseado em dados para aperfeiçoar e melhorar nossos sistemas econômicos, mas vamos ter certeza de perceber e reconhecer todas as coisas que o capitalismo realmente faz antes de descartá-lo.

Todos estamos aprendendo…

Eu acho que, para que os vários movimentos espirituais globais interligados sejam maximamente impactantes e úteis, eles precisam abordar seus aspectos inconscientes.

Neste ensaio, tentei iluminar alguns dos pontos cegos que parecem prevalecer na comunidade espiritual. Como eu disse, a maioria dos itens que discuti serviram para mim em um ponto ou outro.

É decididamente fácil cair em algumas das armadilhas da espiritualidade e abrigar várias crenças e comportamentos limitantes, ao mesmo tempo em que se sente como se alcançasse um nível “mais alto” de ser.

A lição aqui é que o crescimento e o aprendizado são processos intermináveis. Se você acha que não tem mais nada para aprender, provavelmente está se sabotando de várias maneiras.

Pode ser profundamente difícil admitir que por um longo tempo a pessoa estava errada ou mal orientada, mas a alternativa é muito pior.

A alternativa é uma espécie de morte espiritual e intelectual – um estado de estagnação perpétua em que a pessoa se ilude sem parar, pensando que tem todas as respostas, que alcançou a Forma Final.

Em um mundo que muda rapidamente, a aprendizagem contínua é de suma importância.

No máximo, a espiritualidade é uma força que pode ajudar a humanidade a perceber nossa identidade comum como seres conscientes, ganhar consciência ecológica, sentir-se conectado ao nosso cosmos e abordar as questões mais prementes do nosso tempo com compaixão, engenhosidade, equanimidade e o que Einstein chamou uma “santa curiosidade”.

No máximo, a espiritualidade é uma força que nos impulsiona a um futuro mais harmonioso, cooperativo e sustentável.

Um brinde ao refinamento da nossa espiritualidade coletiva e co-criação de um mundo mais bonito.

Fonte – Awebic

 

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Hipnose para pacientes que recebem quimioterapia

Hipnose para pacientes que recebem quimioterapia no Hospital de Guadalajara (México)
Para promover um estado de relaxamento e melhorar os sintomas subsequentes.

A fim de criar condições que irá melhorar o moral dos pacientes com câncer, uma equipe de 10 voluntários mexicanos, todos os psicólogos profissionais e liderada pelo psicólogo UdeG Esther Cisneros Quirarte, usar a hipnose Ericksoniana para ajudar psicologicamente e emocionalmente os pacientes que chegam à unidade Fray Antonio Alcalde do Hospital Civil de Guadalajara (HCG) .

Trata-se de proporcionar um estado de relaxamento durante o tratamento e, ao mesmo tempo, uma diminuição nas reações subsequentes. “Esta é a segunda vez que recebo ajuda, guiada por psicólogos, e há uma grande diferença”, diz María Guadalupe Cisneros Arredondo, que sofre de mieloma múltiplo. “Antes eu estava inquieto, com muitos medos pela minha doença; Agora estou mais relaxada. Quanto aos sintomas subsequentes, sinto que diminuíram, a dor nos meus ossos se acalmou e há menos formigamento na pele “.

Na unidade de Fray Antonio Alcalde, os profissionais de psicologia intervêm nesses pacientes toda quinta-feira, a partir das 10 horas. Nas três semanas em que o programa está em operação, 40 pessoas foram tratadas com terapia ericksoniana.

Para avaliar os efeitos da hipnose Ericksoniana sobre pacientes e documentar as provas, o plano é para fazer pesquisas com metodologia científica para ser resultados objetivos , detalhes Cisneros Quirarte, que tem a especialidade em terapia familiar sistêmica e é certificada como um hipnoterapeuta pela Instituto Milton Erickson.

HIPNOSE EM MEDICINA

Através da hipnose conduzir as pessoas a um estado alterado de consciência, isto é, para estar em um transe , mas não significa necessariamente que as pessoas perder a consciência ou são inconscientes, diz o psicólogo da Universidade de Guadalajara Monica Gudiño Cabrera , que serve profissionais voluntariamente no hospital Fray Antonio Alcalde.

O uso da hipnose no campo da medicina não é novo. Dr. Santiago Ramón y Cajal, pai da neurociência moderna, usou-o como uma ferramenta para reduzir a presença de dor durante os dois últimos nascimentos de sua esposa.

A hipnose como recurso para reduzir os níveis de ansiedade e medo em pacientes odontológicos é documentada em diferentes artigos científicos. Ele tem sido usado como uma ferramenta por dentistas para relaxar o paciente. E a questão tem sido discutida em diversos fóruns internacionais, como o nono Congresso de Odontologia para Deficientes e Pacientes Especiais, realizado na cidade de San Sebastian.

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Francês operado ao coração sob hipnose e sem anestesia

Hipnose foi a opção para não dar a Gérard Courtois medicamentos e químicos que pudessem ser prejudiciais à saúde

Gérard Courtois, um homem de 88 anos, foi sujeito a uma cirurgia cardiovascular sem anestesia. No Hospital Universitário de Lille, em França, a solução utilizada para que Gérard se abstraísse da operação foi a hipnose, ao invés da morfina, dos ansiolíticos e de outros medicamentos que poderiam pôr em risco a sobrevivência do doente.

Explica a France Bleu que, esta segunda-feira, 48 horas após a intervenção, Gérard está a recuperar sem problemas da substituição da válvula aórtica. A intervenção costuma ser realizada com anestesia local ou geral, mas tal representa um perigo para pessoas de idade avançada.

“Por vezes, pacientes mais velhos são mais sensíveis aos efeitos secundários dos medicamentos injetáveis e estes produtos podem causar problemas neurológicos. Com a hipnose, o paciente recupera imediatamente. Há um benefício real”, explicou Arnaud Sudre. chefe de cirurgia na unidade hospitalar.

Gérard Courtois, um homem de 88 anos, foi sujeito a uma cirurgia cardiovascular sem anestesia. No Hospital Universitário de Lille, em França, a solução utilizada para que Gérard se abstraísse da operação foi a hipnose, ao invés da morfina, dos ansiolíticos e de outros medicamentos que poderiam pôr em risco a sobrevivência do doente.

Explica a France Bleu que, esta segunda-feira, 48 horas após a intervenção, Gérard está a recuperar sem problemas da substituição da válvula aórtica. A intervenção costuma ser realizada com anestesia local ou geral, mas tal representa um perigo para pessoas de idade avançada.

“Por vezes, pacientes mais velhos são mais sensíveis aos efeitos secundários dos medicamentos injetáveis e estes produtos podem causar problemas neurológicos. Com a hipnose, o paciente recupera imediatamente. Há um benefício real”, explicou Arnaud Sudre. chefe de cirurgia na unidade hospitalar.

No dia antes da operação, Hélène Sergent, a enfermeira encarregue de administrar a “anestesia” a Gérard Courtois, passou algum tempo com ele para lhe explicar o procedimento e também para saber mais sobre as viagens do doente com a mulher “à Tailândia, Egito, Tunísia, Turquia e a paixão pela jardinagem”. Foram estes os temas que usou para hipnotizar Courtouis e colocar num estado de abstração que permitiu ao idoso chegar a adormecer durante a cirurgia.”Ao falar de tanta coisa, esquecemos o que está a acontecer e somos transferidos para outro lado”, explicou a enfermeira.

Sergent foi a primeira enfermeira do departamento de cardiologia a ser treinada para aplicar hipnose. Quatro profissionais de enfermagem serão formadas em breve, já que estima-se que 80% dos pacientes estarão abertos à hipnose em substituição da anestesia, informa o hospital universitário de Lille. Uma nova cirurgia com o doente sob hipnose está marcada para a próxima semana.

 

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Beber pesado de vez em quando pode danificar o fígado em pouco tempo

Beber muito apenas três vezes por semana afeta o fígado de uma forma que o consumo moderado diário não é capaz de afetar. É o que mostra um estudo feito com ratos: nesses animais, apenas 21 episódios de bebedeira, nessa frequência, foram suficientes para causar um estágio inicial de doença hepática.

Os pesquisadores, da Universidade da Califórnia, em São Francisco, derrubaram o mito de que são necessários anos de consumo pesado para desenvolver uma doença no fígado. Eles viram que algumas bebedeiras foram suficientes para causar inflamação (fígado gorduroso) e aumentar os níveis de enzimas metabolizadoras de álcool, cuja atividade pode levar a dano oxidativo e outros tipos de prejuízos ao órgão.

O beber pesado episódico, ou em binge, é definido como o consumo de cinco ou mais doses de bebida em apenas duas horas, para os homens, e de quatro ou mais, para as mulheres. Cada dose equivale a uma lata de cerveja, uma taça de vinho (150 ml) ou um “shot” de destilado (50 ml).

No estudo, publicado no periódico Alcoholism: Clinical and Experimental Research, os triglicérides no fígado foram quase 50% mais elevados nos animais que ingeriam álcool dessa forma, e, no sangue, 75% mais altos, em relação às cobaias que consumiam a substância de forma moderada todos os dias.

Segundo os autores, o beber em binge causa, nos ratos, níveis de álcool no sangue muito parecidos com o dos humanos. Mesmo assim, são necessários mais estudos para comprovar a hipótese em humanos, bem como para descobrir até que ponto esses danos ao fígado podem ser revertidos.

Segundo o Instituto Nacional para Abuso do Álcool e Alcoolismo, nos Estados Unidos, entidade do governo que financiou a pesquisa, cerca de um em cada 14 adultos tem problemas com a bebida, mas somente um em cada dez busca tratamento. Para muita gente, “beber todas” antes de sair, nos fins de semana, não é nenhum problema, quando na verdade é.

Fonte – doutorjairo.blogosfera.uol.com.br

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Até 2020, a depressão será a doença mais incapacitante do mundo, diz OMS

Ela chega de mansinho, assim como quem não quer nada. Num dia, você acorda triste, desanimado. No outro, bate uma sensação de vazio e uma vontade incontrolável de chorar, sem qualquer motivo aparente. A depressão é assim, um mal silencioso e ainda mal compreendido – até mesmo entre os próprios pacientes.

Considerada um transtorno mental afetivo, ou uma doença psiquiátrica, a depressão é caracterizada pela tristeza constante e outros sintomas negativos que incapacitam o indivíduo para as atividades corriqueiras, como trabalhar, estudar, cuidar da família e até passear.

De acordo com OMS (Organização Mundial de Saúde), até 2020 a depressão será a principal doença mais incapacitante em todo o mundo. Isso significa que quem sofre de depressão tem a sua rotina virada do avesso. Ela deixa de produzir e tem a sua vida pessoal bastante prejudicada.

Atualmente, mais de 120 milhões de pessoas sofrem com a depressão no mundo – estima-se que só no Brasil, são 17 milhões. E cerca de 850 mil pessoas morrem, por ano, em decorrência da doença.

Descrita pela primeira vez no início do século 20, a depressão ainda hoje é confundida com tristeza, sentimento comum a todas as pessoas em algum momento da vida. Brigar com o namorado, repetir o ano escolar e perder o emprego são motivos para deixar alguém triste, cabisbaixo. Isso não significa, porém, que o sujeito está com depressão. Em alguns dias, ele, certamente, vai estar melhor.

O desconhecimento real do funcionamento desse transtorno afetivo é o principal responsável por um dos maiores problemas para quem sofre com a depressão: o preconceito. Para Marcos Pacheco Ferraz, da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), ele ainda existe e prejudica muito o paciente.

– Principalmente no ambiente de trabalho, onde há competições e cobranças por bom desempenho, é comum as pessoas nem comentarem sobre a enfermidade. Nesses casos, o melhor é tirar férias ou licença médica.

E não é só isso. A ignorância em torno da doença faz com que familiares e amigos, na tentativa de ajudar, piorem ainda mais a condição do depressivo.

Frases como “tenha um pouco de força de vontade”, “vamos passear no shopping que melhora”, “você tem uma vida tão boa, tá com depressão por que?” e “se ocupe com outras coisas que você não terá tempo de pensar em bobagens”, funcionam como uma bomba na cabeça de quem já se esforça, diariamente, para conseguir sair da cama.

– Isso mostra que as pessoas não conhecem o transtorno. Achar que é frescura ainda é comum. Elas não imaginam que o paciente não consegue reagir. Não depende de força de vontade.

A designer C.N., 35 anos, que passou por uma depressão severa há alguns anos, sabe bem o que é isso. Mesmo trabalhando em um ambiente com pessoas bastante esclarecidas, ela cansou de ouvir esse tipo de comentário. E os efeitos eram devastadores. Ela conta que “até críticas sobre o meu médico eu ouvi. Uma colega disse que ele não devia ser bom, pois depois de um mês de tratamento eu já deveria estar curada.”

– É incrível o poder que algumas palavras tem sobre o doente. A primeira coisa que as pessoas perguntavam era o motivo da minha depressão, pois eu tinha uma vida tão boa, uma família, filha, um casamento bacana, um emprego legal. O fato de não ter uma explicação para a doença me deixava péssima. Era um sentimento de culpa enorme.

Por isso, Ferraz diz que é muito importante a participação da família no tratamento. Eles precisam saber o que devem e o que não devem fazer em relação ao doente. Para ele, “fazer com que todos entendam o mecanismo do transtorno e como agem os remédios é fundamental para o sucesso do tratamento. Ainda existe o mito de que antidepressivo vicia, o que é um grande engano.”

Fonte – revistapazes.com

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Celebridades buscam perder peso com a ajuda da Hipnose

O psicanalista e hipnoterapeuta Waldiney Soares também usa estas técnicas no seu consultório, no Rio de Janeiro. Ele garante que a hipnose pode ser uma aliada muito poderosa para ajudar as pessoas a emagrecer, e celebridades como Britney Spears, Daryl Hannah e Courtney Love estão aderindo ao método.

A cantora inglesa Adele surpreendeu o mundo quando apareceu 30 quilos mais magra. Na época, ela declarou que fez uma dieta restritiva, mas que não foi só isso. Havia se submetido a sessões de hipnose clínica, para entender melhor a sua relação com a comida e reprogramar a sua mente, afastando assim esta dependência, que sempre colocava em risco qualquer dieta que ela iniciava. O resultado foi surpreendente, e todo mundo viu. No caso de Adele, as válvulas de escape emocional eram a comida e o cigarro, o que a afastou dos palcos por ter sua voz comprometida.

– Com a hipnose, o emagrecimento é mais fácil e definitivo, já que sua mente não está jogando contra – garante Soares.

Durante o tratamento para emagrecer, o hipnoterapeuta investiga os motivos (mentais e inconscientes) que levaram o paciente a engordar. Ele consegue eliminar os problemas ligados à ansiedade e à autoestima, além de aumentar a motivação para que a pessoa tenha uma vida mais saudável.

Se houver necessidade, o especialista pode inclusive introduzir um balão intragástrico hipnótico no paciente, que funciona como o real, só que ele é apenas imaginado, e, por isso, natural, sem nenhuma intervenção cirúrgica.

A pessoa com esse balão imaginário começa a comer uma quantidade muito menor de alimentos, de acordo com a necessidade dela, porque recebeu esta sugestão mental, garante o hipnoterapeuta. Faz parte do tratamento hipnótico, por exemplo, que o paciente se imagine comendo frutas e legumes e associe uma sensação de prazer àqueles alimentos.

O contrário é feito em relação a alimentos não tão saudáveis, como gorduras e doces, que são associados a sensações desagradáveis. Cada paciente tem uma resposta diferente à terapia, e é preciso que ele participe ativamente do tratamento, focando seus esforços para mudar sua relação com a comida e ficar motivado a praticar atividade física.

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Fergie diz que a hipnose e a música a salvaram das drogas

A cantora norte-americana acha que as pessoas dependentes têm de procurar alternativas para se manterem sóbrias. “Para mim foi fazer música e pôr os meus pensamentos para fora”, disse em entrevista ao jornal Guardian. Além da música, Fergie, de 39 anos, completou o seu tratamento com hipnose, que faz até hoje: “É uma técnica normal, em que no final se atinge um estado total de relaxamento e a terapeuta pode falar com o meu subconsciente. Fico muito descontraída, como se estivesse a sonhar. Já fiz hipnose para comer. Vou ao frigorífico e posso ouvir a voz dela a dizer para eu ser sensata”.

A vocalista dos Black Eyed Peas diz que agora controla muito melhor o que come, em menos quantidade mas com mais qualidade: “O meu pequeno-almoço é um smoothie verde todos os dias. Tem couve, espinafre, alface romana, metade de uma banana, metade de uma maçã e metade de uma pera”.

Não é a primeira vez que Fergie fala do seu passado de drogas e revela detalhes sobre o tempo em que foi dependente: “No início, comecei com esctasy. Depois, aos poucos, passei do ecstasy para a anfetamina. Quando se começa a usar drogas, temos a impressão de que é genial e que tudo está óptimo. Depois a vida se torna um verdadeiro remoinho, que nos leva pra baixo. Durante algum tempo eu cheguei a pesar 40 quilos!”.

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As fotos que mostram o açúcar oculto em sua comida

Um iogurte de frutas da marca Danone “0%” tem quatro cubos de açúcar. Uma caixa de 200 mililitros de molho de tomate, a mesma quantidade. Um copo de suco “veggie”, sete cubos. E um café Mocha Branco Venti do Starbucks, com chantili e calda de chocolate, a prodigiosa quantidade de 20 cubos de açúcar.

Quando consumimos qualquer um desses alimentos, raramente temos ideia da grande quantidade de açúcar que estamos ingerindo, açúcar que pode criar dependência e cujo abuso leva ao excesso de peso, diabetes, cárie dentária ou risco cardiovascular. Ou não lemos os rótulos onde a quantidade é indicada, ou não entendemos exatamente as quantidades indicadas. Essa cegueira é o que levou Antonio Rodríguez Estrada a criar o SinAzúcar.org, uma iniciativa para divulgar imagens nas quais os produtos são acompanhados pela quantidade de açúcar que contêm, medida em uma unidade familiar e compreensível para todos: o cubo de açúcar.

“Uma das causas da atual epidemia de obesidade é o abuso de produtos industrializados na alimentação diária”, afirma este fotógrafo, entusiasta da alimentação saudável. “O SinAzúcar.org pretende visualizar o açúcar oculto nesses alimentos processados de uma forma simples e gráfica para que possam ser facilmente compartilhados por meio das redes sociais. É meu grãozinho de areia para melhorar os hábitos de consumo.”

Embora a ideia não seja muito original — o site norte-americano Sugar Stacks e a conta de Instagram @dealerdesucre vêm fazendo algo semelhante há um tempo—, o projeto apresenta duas novidades: os produtos são vendidos no mercado espanhol e as imagens, brilhantes e polidas, imitam deliberadamente a estética publicitária com a qual costumam ser anunciados. “A indústria alimentícia apresenta seus produtos de forma brilhante para seduzir o consumidor. Se quisermos lutar contra este marketing, devemos ser capazes de nos nivelarmos a eles e usar suas próprias armas para criar imagens atraentes que comuniquem de forma eficaz”, disse o fotógrafo, que terminou há alguns meses um curso de nutrição esportiva no Instituto de Ciências da Nutrição e Saúde.

Rodríguez Estrada começou postando fotos de produtos com grandes quantidades de açúcar, tais como bebidas açucaradas. Mas então percebeu que os alimentos que mais surpreendiam eram aqueles nos quais este ingrediente é mais inesperado, como um molho de tomate ou iogurte para bebês. Por isso, decidiu dar prioridade à denúncia desse tipo de alimentos em relação aos que o consumidor baixa a guarda mais facilmente, especialmente quando alegam ser saudáveis, como “0%”, ou são recomendados por sociedades médicas sem muitos escrúpulos.

Para calcular a quantidade de açúcar, o fotógrafo utiliza a informação fornecida pelo próprio fabricante no rótulo. No caso de alimentos mais genéricos como torradas, bolo de queijo, donuts de chocolate ou doces, escolhe uma marca de referência e aplica o mesmo padrão. Cada um dos cubos de açúcar das fotos pesa quatro gramas.

Algumas imagens da iniciativa nos levam a pensar duas vezes antes de dar certos alimentos prontos para crianças ou ingerirmos uma bebida “energética”, alguns biscoitos ou cereais. Mas como nos tornamos tão insensíveis a tais quantidades de sacarose? “Uma das consequências do abuso do açúcar é o aumento do limiar de sabor doce”, explica Rodríguez Estrada. “Precisamos cada vez mais para que o sabor nos agrade. Se educamos nosso paladar desde pequenos com vitaminas, iogurtes açucarados ou refrigerantes, quando somos adultos um café com 20 com cubos de açúcar parece delicioso.”

Como era previsível, o SinAzúcar.org tem sido apoiado por vários nutricionistas nas redes sociais, os quais o fotógrafo espera ajudar na luta por uma melhor alimentação e contra as práticas nocivas da indústria de alimentos. Por outro lado, entre as marcas representadas nas imagens, por enquanto reina o silêncio. “Nenhuma ainda me contatou”, disse Rodríguez Estrada, ironicamente, “mas, cada vez que entro no Starbucks, noto que fazem cara feia”.

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