O AMOR morreu ou você o matou? – 234/365

Fernando Pessoa disse em uma das suas poesias “Amo como o amor ama. Não sei razão para amar-te mais que amar-te” e estas e outras frases dele me fazem muitas vezes pensar se sabemos amar alguém de verdade “ou” se tudo o que fazemos é (acreditar) que estamos amando apenas para preencher um vazio em (nós) e depois de um tempo quando este espaço começa a esvaziar, vamos em busca de qualidades em outras pessoas que nutram de maneira imediata novamente aquele nosso vazio e assim vamos fazendo até sei lá quando.

Às vezes ouvindo tantas pessoas falarem sobre casamento, compromisso, amor e romantismo e me pergunto se existe mesmo isso de “o meu amor acabou, morreu” ou se na verdade somos nós que o matamos, que o assassinamos com uma forte apunhalada ou às vezes o envenenamos com pequenas dosagens diárias! O facto aqui é que acredite você ou não, a maioria das pessoas chegam até mim com textos muito parecidos, uns colocando a “culpa” na outra pessoa e outras com histórias sem sentido para justificar que já não amam mais aquela pessoa, pois o grande amor de sua vida surgiu (20 anos mais nova), mais atraente e menos reclamona.

Ok! Posso ter exagerado, citando “20 anos mais nova”, mas é que vejo inúmeros casos destes, principalmente vindo de homens que culpam as suas esposas e normalmente as mesmas esposas que abdicaram de trabalhar fora para cuidar de um lar, dos filhos “e” deste marido ingrato e também existem esposas que decidem se separar para viver os seus momentos de adolescente e chegam até abandonar filhos para viverem os seus momentos de “liberdade adormecida”.

Agora, deixando estas pequenas observações de lado, somente um casal sabe verdadeiramente o que os leva à separação e sabemos que muitos casamentos nunca tiveram o “AMOR”, foi apenas uma conveniência. Agora e os que tiveram este verdadeiro amor? Porque hoje vivem como dois estranhos na mesma casa?

Uma vez assisti uma palestra de um Psicólogo Norte Americano que afirmava que o amor entre um casal era o resultado da cumplicidade e amizade entre eles e achei isso fantástico, pois é mesmo verdade. Quando passamos muito tempo cuidando do amor, o diálogo fica gostoso, o estar junto se torna essencial e vivemos com a outra pessoa porque somos completos e desejamos que a outra pessoa também seja e ambos trabalhamos para fazer acontecer algo mesmo mágico e especial.

Agora quando trabalhamos para competir com a outra pessoa, quando somos predadores querendo trair e nos aventurarmos, deixamos de construir esta harmonia entre o casal e aí vivemos uma certa dependência, que é na maioria das vezes alimentada pelo ódio e pelo amor, pela discórdia e pela necessidade.

Use esta dica terapêutica para analisar o que tem feito com o seu relacionamento e pode ser que apenas namore alguém ou pode ser que esteja 30 anos em uma relação, mas olhe para ela e observe se vive um amor cheio de cumplicidade e bom diálogo ou se vive um pesadelo disfarçado de sonho bom.

Lembre-se que se precisar de uma sessão de Coaching para se orientar, para traçar os seus objetivos, eu estou aqui! Muitas vezes temos uma clara ideia do que está nos acontecendo, apenas não sabemos como ajustar as coisas e é neste exato momento que eu entro para ajudar você a pensar melhor, a ajustar a sua vida e a clarear a sua mente.

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